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Internet: como usá-la de maneira segura

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A chamada geração Z, das crianças nascidas entre 1990 e 2010, é conhecida como a geração nativa da internet, abrindo as portas para uma transformação tecnológica no mundo.

O fato de a geração Z ser obcecada por Zapear é uma combinação casual, mas que faz todo sentido. Estas foram as décadas dos controles remotos, que mais tarde ramificou para as touch screens de diferentes tamanhos e funções.

No início, assim como toda novidade, vamos nos deixando levar pela curiosidade e a diversão que a interface oferece, sem nos preocupar com o fato de a internet ser um ambiente livre, onde todos podem utilizar para expor seus pensamentos e sentimentos, inclusive os mais cruéis e repulsivos. Mas, se existe conteúdo impróprio e perigoso até para alguns adultos, é evidente o quanto pode ser impróprio e perigoso para as crianças.

Pode usar, mas com alguns cuidados!

Atualmente, o conteúdo da internet é bastante selecionável. Depois de 26 anos de uso já temos uma noção mais desenvolvida do que ela representa e que praticamente não há restrições para quem tem más intenções, permitindo que qualquer pessoa, de qualquer idade, possa acessar qualquer conteúdo.

Hoje em dia, com meios de gerar renda pela internet sendo tão invasivos e estando tão alastrados, as crianças e pré-adolescentes estão correndo um risco camuflado. Quando eles começam a utilizar as redes sociais, o cuidado deve ser redobrado, pois a exposição da imagem e do dia a dia em seu perfil é vulnerável a crimes virtuais. Por isso, é importante tomar alguns cuidados para que as crianças possam usufruir dos benefícios de toda essa tecnologia para o seu desenvolvimento.

Supervisão

Existe muito conteúdo positivo, educativo e de alta qualidade na internet, que auxiliam no desenvolvimento das crianças e acabam estando presentes no dia a dia, e até os 10 anos ainda costuma ser normal que os pais utilizem o celular junto com os filhos ou ao lado, para ficarem de olho no que estão acessando e no tempo limite de uso.

É até interessante que os pais tornem esse acompanhamento um hábito desde quando permitem que o filho comece a usar um celular ou computador como opção de brinquedo, assim, fica mais fácil que o filho compreenda a necessidade de ter seus pais supervisionando o que fazem nas redes sociais.

Aplicativos para bloqueio

Normalmente, a partir dos 11 anos de idade, a criança já começa a buscar o seu espaço individual e não se sente mais confortável com os pais sempre ao lado. Neste momento, para reforçar a segurança, é interessante buscar serviços que permitam controlar os aplicativos a serem acessados, bloquear sites com conteúdo impróprio, como violência e pornografia, ter acesso à localização da criança ou do adolescente quando não estiver com os pais, acompanhar a distância o que estão acessando e até bloquear o acesso à câmera de tablets e computadores.

Com tanta liberdade, também existem muitas opções de proteção, inclusive gratuitas, para manter os filhos em segurança enquanto se entretêm na internet. Mas lembre-se que ficar de olho e ter conversas francas de vez em quando auxilia no laço de confiança entre pais e filhos e facilita o acesso a informações que eles mesmos vão querer falar quando sentirem-se invadidos de alguma forma.

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